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Síndrome do impostor: entenda por que você não é mais criativo, e mude

Síndrome do impostor: entenda por que você não é mais criativo, e mude

Mais uma vez você foi convidado para desenvolver um website. Apesar de ser um pedido comum, você está com medo. Uma série de “e se” começa a pipocar na sua cabeça, questionando se você é realmente capaz de entregar o que foi pedido pelo cliente. Se identificou com essa situação? Então provavelmente você é mais uma vítima da Síndrome do impostor.

Síndrome do impostor: entenda por que você não é mais criativo, e mude

Apesar de ser relativamente comum, a Síndrome do impostor precisa ser identificada e tratada para que ela não se transforme na sua maior inimiga.

Ficou curioso para saber como se livrar do fantasma da insegurança? Confira, neste artigo, o que é a Síndrome do impostor, como ela afeta sua carreira e como combatê-la de maneira eficaz para, finalmente, poder trabalhar com tranquilidade. Vamos lá!

O que é a Síndrome do impostor?

A palavra-chave para entender esse fenômeno é “fraude”. A pessoa que sofre dessa síndrome tem esse sentimento de que não é boa o bastante e de que será duramente criticada pelos clientes. A grande ironia nisso tudo é que essa sensação de impotência atinge, principalmente, os profissionais bem-sucedidos, honestos e dedicados.

Vamos explicar melhor: esse profissional sabe que não detém todo o conhecimento do mundo. Até aí, tudo bem. O problema está na maneira como essa pessoa lida com isso. Geralmente, quem tem a Síndrome do impostor acredita que não é capaz de cumprir uma tarefa pelo simples fato dela ser nova, mesmo que esse mesmo profissional tenha feito atividades similares ou iguais em outras ocasiões.

Qual é o impacto no desenvolvimento profissional?

Quem trabalha com design tem a difícil tarefa de materializar aquilo que o cliente está imaginando. Isso costuma gerar muita ansiedade, mas, para quem tem a Síndrome do impostor, a sensação é ainda pior. Sendo você uma pessoa que não acredita no próprio potencial, ter de administrar essa atividade é quase impossível.

 

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Para evitá-la, você é capaz de tudo: inventar uma série de tarefas “urgentes” só para prorrogar a tarefa e depois dizer que o dia não rendeu; adiar a tarefa por medo e procrastinar por horas; entre outras autossabotagens que, no fundo, mais atrapalham do que ajudam.

É exatamente esse o efeito da Síndrome do impostor na sua carreira. Esse fenômeno freia a sua criatividade e reduz consideravelmente o seu desempenho, fazendo com que seus medos se tornem cada vez mais reais.

Como posso combatê-la?

A primeira medida é fazer as pazes com a sua consciência. Quando o alarme do “não sou bom o suficiente” dispara, na verdade, é a preocupação com a qualidade que está falando com você. O segredo é mudar sua atitude nos momentos após o alarme.

Por exemplo: em vez de ficar parado com medo de errar no site, por que não pesquisar o nome do cliente na internet para ver como eles se posicionam nas redes sociais? Essa busca pode estimular a sua criatividade e abrir caminhos para um website com a cara do cliente.

Outra dica é pedir feedbacks após a finalização do trabalho. Dessa maneira, você terá depoimentos reais mostrando que seu sucesso foi alcançado com seu esforço, e não por sorte ou por compaixão.

Mesmo que a avaliação do cliente não seja a das melhores, veja essa situação como uma oportunidade de crescimento. Afinal, como já falamos antes, ninguém detém todo o conhecimento do mundo, não é mesmo?

Quem trabalha como freelancer ou no sistema de home office às vezes se descobre como um vilão perigoso, capaz de interferir negativamente na sua produtividade. Por isso, seja mais paciente com você e não se cobre tanto.

Como posso combatê-la?

O fato de errar não faz de você um profissional menos criativo do que os demais no setor, até porque, acredite, é bem provável que muitos deles também sofram com a Síndrome do impostor. O importante é saber receber as críticas de maneira saudável e construtiva para o seu avanço e melhora constante no trabalho.

 

Conhece alguém que vive se boicotando? Então compartilhe este conteúdo nas redes sociais para que as pessoas saibam que são melhores do que imaginam, basta acreditarem em si mesmas!

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