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Padrão de cores: tudo que você precisa saber

Padrão de cores: tudo que você precisa saber

Todo designer certamente já ouviu falar em padrões de cores. Eles são essenciais para a indústria gráfica: são eles que garantem que o impresso não saia com tonalidades totalmente diferentes do solicitado pelo cliente, por exemplo.

Saiba o que é um padrão de cores, quais são os principais exemplos e como usá-los em cada situação em nossa postagem de hoje!

Afinal, o que é um padrão de cores?

Dá-se o nome de padrão de cores a um conjunto de tonalidades construídas de acordo com um método específico: alguns sistemas de cores são baseados nas cores-luz, enquanto outros têm base nas cores-pigmento. Com essa base, cada cor dentro do sistema é formada por uma combinação única dos tons primários.

Quais são os padrões de cores existentes?

A indústria criativa trabalha com até quatro ou cinco sistemas de cor, mas para os designers existem dois deles que são indispensáveis: o RGB e o CMYK. Os demais, como o HSL, HSB e Lab, são mais focados para a fotografia e transmissões de televisão.

Sistema RGB

O padrão RGB é baseado nas cores-luz, e é utilizado em basicamente todos os dispositivos eletrônicos que tenham uma tela colorida. Nele, as tonalidades base são o vermelho (R), verde (G) e azul (B). Cada uma delas tem um valor que vai de 0 a 255.

Esse sistema é o utilizado para qualquer projeto de design que envolva dispositivos eletrônicos, como o web design. Para facilitar o entendimento das cores RGB por navegadores, foi criado também o sistema hexadecimal, que atribui um código de seis dígitos a cada cor.

Sistema CMYK

Enquanto o sistema RGB é baseado em cores-luz, o CMYK se baseia em cores-pigmento: ele utiliza os três pigmentos primários (que não podem ser obtidos por mistura): ciano, magenta e amarelo, além do preto. Embora o preto não seja um pigmento primário e possa ser composto pelas outras três, ele é adicionado para facilitar e diminuir os custos de impressão.

É o padrão utilizado pela indústria para basicamente todas as impressões físicas: cada tonalidade tem um valor que vai de 0 a 100%, e geralmente são aplicadas em camadas individuais, sobrepostas para formar o resultado final.

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É muito importante, durante o trabalho com uma arte, converter todas as peças para o modo CMYK: imagens computadorizadas vêm em padrão RGB, e imprimi-las dessa maneira resulta em resultados pouco fiéis e clientes insatisfeitos.

Qual a importância de saber usar os padrões de cor?

O bom designer deve estar atento aos meios em que sua arte será utilizada para saber qual dos modos de cor escolher. Usar o padrão errado é um erro grosseiro, mas infelizmente comum entre profissionais iniciantes. Fique sempre de olho, converta tudo o que for necessário e garanta clientes realizados!

Mas e o Pantone?

O sistema Pantone, embora seja popularmente visto como um padrão de cores, não o é. O catálogo de cores Pantone é apenas um grande catálogo cromático com o objetivo de padronizar a nomenclatura e facilitar a comunicação entre designers, clientes e gráficas.

Nele, cada cor ganha um código em vez de um nome arbitrário, com as respectivas composições CMYK e RGB, se existentes. Além das cores compreendidas pelos dois sistemas, a Pantone ainda disponibiliza variados tons especiais, como fluorescentes e metálicos.

Neste post, vimos a importância de um padrão de cores para o designer e quais são os sistemas cromáticos disponíveis no mercado, além das diferenças entre os padrões mais utilizados entre designers, o CMYK e o RGB. Use essas dicas para melhorar ainda mais seu trabalho e utilizar sempre o modo correto para cada tipo de job!

Gostou do texto? Tem outras informações sobre os sistemas de cor? Deixe um comentário!

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